Abstract
Based on the sensitive listening movement of students in the fifth year of the medical course at the State University of Southwest Bahia - UESB (campus of Vitória da Conquista), the text analyzes subjective constructions on the life-death relationship elaborated by students, along of their higher degree and how they affect your formative process. It also seeks to identify and apprehend ways in which students relate, in their training, pedagogical practices and teaching experiences, with regard to the polynomial life-health-disease-death and its implications for care. It is based, fundamentally, on the theoretical-methodological assumptions of narrative research, specifically in the analysis of the students' (self)biotanathographs.
References
Agra, L. M. C., y Albuquerque, L. H. M. (2008). Tanatologia: uma reflexão sobre a morte e o morrer. Pesquisa Psicológica (Serial online), 1(2). http://www.pesquisapsicologica.pro.br.
Ariès, P. (2017). História da morte no Ocidente: da Idade Média aos nossos tempos. Nova Fronteira.
Ariès, P. (2014). O homem diante da morte. Editora Unesp
Azeredo, N. S. G., Rocha, C. F., y Carvalho, P. R. A. (2011). O enfrentamento da morte e do morrer na formação de acadêmicos de Medicina. Revista Brasileira de Educação Médica, 35(1), 37-43. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/ S0100-55022011000100006.
Benjamin, W. (1996). Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Brasiliense.
Bertaux, D. (2010). Narrativas de vida: a pesquisa e seus métodos. EDUFRN/ Paulus.
Betts, J. (2021). Considerações sobre o que é humano e o que é humanizar. Portal Humaniza. http:www.portalhumaniza.org.br/ph/texto.asp?id=37
Bogdan, R. C., y Biklen, S. K. (2013). Investigação qualitativa em educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Porto.
Bretas, J. R. S., Oliveira, J. R., y Yamaguti, L. (2006). Reflexões de estudantes de enfermagem sobre morte e o morrer. Revista da Escola de Enfermagem da USP, 40(4), 477-483. DOI: http://dx.doi.org/10.1590/ S0080-62342006000400005.
Carvalho, M. D. de B., y Valle, E. R. M. (2006). Vivência da morte com o aluno na prática educativa. Revista Ciência, 40 Cuidado e Saúde, 5, 26-32. DOI: https://doi.org/10.4025/ cienccuidsaude.v5i0.5149.
Combinato, D. S., y Queiroz, M. S. (2006). Morte: uma visão psicossocial. Estudos de Psicologia (Natal), 11 (2), 209-216. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-294X2006000200010.
Creswel, J. W. (2014). Investigação qualitativa e projeto de pesquisa: escolhendo entre cinco abordagens. Penso.
D’Assumpção, E. A. (2005). Biotanatologia e bioética. Paulinas.
Delory-Momberger, C. (2012). A condição biográfica: ensaios sobre a narrativa de si na modernidade avançada. Editora da UFRN.
Falcão, E. B. M., y Lino, G. G. S. (2004). O paciente morre: eis a questão. Revista Brasileira de Educação Médica, 28(2), 106-118. DOI: http://dx.doi. org/10.1590/1981-5271v28.2-015.
Gadamer, H. G. (2009). O mistério da saúde: o cuidado da saúde e a arte da Medicina. Edições 70
Haguette, T. M. F. (2000). Metodologias qualitativas na Sociologia. Vozes.
Heidegger, M. (1996). Ser e tempo. (Parte II). Vozes.
Hemingway, E. (2013). Por quem os sinos dobram. Bertrand Brasil.
Jovchelovitch, S., y Bauer, M. W. (2012). Entrevista narrativa. En M. W. Bauer, y G. Gaskell (Eds.), Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som: um manual prático (pp. 90-113). Vozes.
Kellehear, A. (2016). Uma história social do morrer. Editora da Unesp.
Kovács, M. J. (2003). Educação para a morte: temas e reflexões. Casa do Psicólogo/ FAPESP
Kovács, M. J. (2012). Educação para a morte: desafio na formação de profissionais de saúde e educação. Casa do Psicólogo/ FAPESP
Larrosa, J. (2018). Tremores: escritos sobre experiência. Autêntica
Marton, S. Z. (2018). A morte como instante de vida. PUCPRess.
Morin, E. (1970). O homem e a morte. Europa América.
Novaes, M. R. C. G., y Trindade, E. M. (2007). A morte e o morrer: considerações bioéticas sobre a eutanásia e a finitude da vida no contexto da relação médico-paciente. Comunicação em Ciências da Saúde, 18(3), 69-77. http://www.escs.edu.br/revistaccs/index.php/ comunicacaoemcienciasdasaude
Sabot, P. (2019). Dizer (falar) a doença, se dizer doente. En R. A. L. S. Venera, y P. Souza (Eds.), A pesquisa (auto)biográfica e a medicina narrativa (pp. 17-40). Casa Aber
Schraiber, L. B. (1993). O médico e seu trabalho: os limites da liberdade. Hucitec
Schütze, F. (2013). Pesquisa biográfica e entrevista narrativa. En W. Weller, y N. Pfaff (Eds.), Metodologias da pesquisa qualitativa em educação: teoria e prática (pp. 210- 222). Vozes.
Souza, E. C. (2014). Diálogos cruzados sobre pesquisa (auto)biográfica: análise compreensiva-interpretativa e política de sentido. Educação (UFSM), 39(1), 39-50. DOI: https://doi.org/10.5902/1984644411344.
Souza, E. C., y Cruz, N. S. (2017). Pesquisa (auto)biográfica: sentidos e implicações para o campo educacional. En J. Amado, y N. M. C. Crusoé (Eds.), Referenciais teóricos e metodológicos de investigação em educação e ciências sociais (p. 167-194). Edições UESB
Uesb (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia). (2009). Projeto pedagógico do curso de graduação em Medicina – campus de Vitória da Conquista. http://catalogo. uesb.br/storage/documentos/medicina-bac-vc/projeto. pdf .
Velado, F. V. (2008). O Fenômeno da morte. (Dissertação de Mestrado em Enfermagem). Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, Santa Catarina, Brasil.

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
